Uma questão de estatística

Sempre que você diz “Eu não acredito em fadas” morre uma fada no mundo mágico. Sempre que o Chaves respira morre uma pessoa na China. E sempre que alguém compõe uma música ruim nasce uma pessoa feia no mundo.

Claro que é tudo apenas uma questão de estatística - menos a parada das fadas. É de verdade, cêis precisa ver, coisorrorosa! – para ilustrar situações reais. No lance da música, a coisa é bem assim… Imagine um compositor retardado e/ou ganancioso, que faz uma música retardada de conotação sexual. Essa música vai ser tocada em alguma balada – detesto essa palavra – e algum casal retardado em vias de consumação carnal vai aproveitar o clima e acasalar. Em 93,7% das vezes este casal será composto por um bagulho e um rascunho do inferno, não necessariamente nesta ordem. Pronto, está feita a desgraça. Um bibelôzinho de macumba a caminho.

Como a média é de cerca de 17,8 músicas de axé/pagode/sertanejo compostas por minuto no Brasil, com milhões de casais pobres e feios querendo procriar, temos mais ou menos uma criança feia por música ruim.

Não apoiem a música ruim. Pensem na beleza da nossa população. Vamos matar fadas que é muito melhor.

4 Respostas para “Uma questão de estatística”

  1. Carol Disse:

    Credo… q horrível!!!
    Sou contra esse massacre de fadas!!!

  2. gustavo Disse:

    blz cara!! leio seus blogs desde aquele antigo…. bom q vc voltou

  3. Bel. Disse:

    putamerda, faz sentido.

  4. Yanna Disse:

    admito… faz todo o sentido… vou começar uma apologia contra a música ruim… mas existe alguma estatística para o nascimento de pessoas bonitas??? pq o cidade derrubada é essa q a gente mora, viu?

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