Clichês que odiamos nos filmes – Parte 1

Assim, eu não sou crítico de cinema. Longe disso. Eu sou só o cara que dá a grana na entrada e entra na sala de projeção rezando pra não sentar em nenhuma seringa contaminada e pra nenhum maluco levantar atirando em todo mundo. Eu não analiso filmes filosoficamente, apenas acho que algumas coisas são legais, e outras são uma bosta. Mas mesmo nessas que são uma bosta eu me controlo, sabe? Não fico dando uma de freak tipo “Porra George Lucas! O Yoda lutando feito um boneco de pano é escroto demais, mermão!” ou ainda “Tarantino, seu animal! Não dá pra colocar alguém matando Hitler, imbecil!”

Na maioria das vezes eu fico na minha, sabem? Se as pessoas não concordam comigo, só posso tolerar.

Você não passa de um bastardo, McLain!

Agora tem coisas… Putz, tem coisas… Que me tiram do sério. Uma delas é gente que tira lanche do McDonalds pra comer no meio da sessão e deixa o cinema com cheiro de arroto. Foda, só que aí não tem nada a ver com o filme. Mas tem umas coisas que não tem como aguentar, que brocham qualquer cena de qualquer filme e deixam a gente com desgosto. São os malditos clichês.

Quando o roteirista não tem o que escrever e pega o Grande Manual de Soluções Prontas e resolve a questão. Quando um diretor não tem idéias pra caracterizar os personagens e apela pra Enciclopédia dos Estereótipos. Ou quando qualquer outro profissional envolvido na produção de um filme acha que a platéia é burra demais ou medíocre demais pra valer a pena, e decide mastigar as explicações ou criar situações mequetrefes pra simplificar o que vemos na tela. É disso que vamos falar aqui.

Como estamos começando, vou pegar leve. Vou falar sobre uma coisa que, particularmente, sempre me incomodou, mas que é aceitável se considerarmos a cultura enraizada:

Clichês nos diálogos dublados!

Se você ganhasse um real por cada clichê na dublagem brasileira, você ficaria mais rico toda Sessão da Tarde. A gente sabe, tradutor trabalha duro, ganha por produção… Dublador também não tem moleza, tem que gravar horas e horas de material. O diretor de dublagem muitas vezes tem que se esforçar pra conseguir algo que preste… Mas nada explica, nada explica, por que quando dois personagens inimigos se encontram, um deles sempre fala assim pro outro:

Você pagará, Super-Homem!

– Você não passa de um covarde!

Alguém pode me dizer quando é que nós falamos de alguém assim? Não digo “escrevemos”, digo “Falamos”! Você não passa de um… É tosco, né não? Chega pro seu chefe, quando ele te pedir pra fazer uma horinha extra, e diz: Chefe, você não passa de um bastardo!

Ele vai rir da sua cara. Vai até te achar legal e pode pensar em te liberar mais cedo. Quer dizer, não tem o mesmo efeito pretendido. Quer outro exemplo? Filme de herói – ou de ação -, o cara do bem estraga o plano do vilão ridículo. Este, visivelmente chateadinho, dispara:

– Isto não vai ficar assim! Você pagará caro!

Hã… Sério? Isso é o melhor que você pode dizer? Não me admira que seu plano fosse uma bosta. Novamente, amigo leitor, tente inserir essa frase no seu cotidiano. Na mesma situação anterior, diga: Chefe, você não passa de um bastardo! Você pagará caro por isso!

Aí você já tá passando dos limites. Deixou de ser engraçado e virou patético. Mas vamos chafurdar na lama por que isto aqui é Hollywood. Pior do que as frases anteriores, uma que faz meus ouvidos sangrarem é a “Isso é o que eu chamo..!” Ah, cara! Eu tenho vontade de estrangular o diretor de dublagem cada vez que eu ouço um “Isso é o que eu chamo..!” Sabe como é? Cena de ação, aventura, sei lá… Alguém fazendo ou vendo alguma coisa inusitada, de repente:

– Isso é o que eu chamo de uma recepção!

Ou pode ser “Isso é o que eu chamo de uma bela casa!” Ou qualquer coisa assim, você entendeu. Não dá. Saia da sala do seu chefe gritando: Isso é o que eu chamo de uma grande injustiça! Pronto, você virou o cara esquisito da empresa. Ninguém mais vai sentar ao seu lado no escritório.

Eu sei, é claro, que muita coisa desse tipo é pedida pelo cliente, no caso a distribuidora brasileira do filme, que como eu disse lá em cima, considera o público um bando de micróbios. O dublador Wendell Bezerra – que faz a voz do Bob Esponja e do Goku – disse em uma entrevista que detestava o “É disso que eu tô falando!”, tradução literal para That’s what I’m talking about! Nesse caso, o vacilo é duplo. O roteiro original já vem com essa frase manjada, e a dublagem apenas termina o serviço. Aliás, eu sei que muitas dessas frases já vem assim na língua original, mas não caberia à equipe de dublagem dar uma cara mais decente não?

Quando seu chefe se aproximar e te dispensar mais cedo, exclame: Uhuu! É disso que eu tô falando! A essa hora, todos já estão comentando sobre você.

Outro exemplo dado pelo ator/comediante/dublador Nizo Neto é quando alguém está prestes a jantar, olha a cara da comida na bandeja prateada e diz:

-Hum! Parece delicioso!

Que tipo de retardado fala isso? Nem aquele seu primo esquisito. Experimente dizer mais esta frase no refeitório da empresa, cada vez que colocar uma porção no seu prato, e pronto, ninguém mais vai sentar ao seu lado. Você vai ser conhecido como “o cara estranho do trabalho”, ou simplesmente “o babaca”. Ninguém mais vai querer conversar com você, a não ser os filhos dos seus amigos, que vão adorar “o cara que fala igual aos filmes da tv!”

Claro que esses são apenas os exemplos que eu acho mais irritantes. Mas sugiram outros, ou vocês não passam de vermes covardes!

41 Responses to Clichês que odiamos nos filmes – Parte 1

  1. Marcelo disse:

    Tarantino, seu animal! Não dá pra colocar alguém matando Hitler, imbecil!” Não sei o que você quis dizer com isso. Você achou o filme do cara uma bosta ? E se controlou para não ser freak?

  2. Marcelo disse:

    Não é à toa que o “Clichês que odiamos nos filmes – Parte 1” está na página do Sem Sentido quando se navega no blog.

  3. Krash disse:

    A conclusão é sua, meu chapa!

  4. Sr figueiredo disse:

    Quer coisa menos clichê que matar Hitler com uma metralhadora?!

  5. Stone age disse:

    Krash, acho que o texto foi mal interpretado por alguns leitores.

    O fato é que diversas vezes a culpa não é dos dubladores, mas das distribuidoras, que interferem no produto final.

  6. Krash disse:

    Eu acho que vocês deviam observar que os exemplos que eu dei do Lucas e do Tarantino vieram ANTES de começar a falar dos clichês. E outra, apenas citei o que não gostei e NÃO saí falando mal, como um bom “fan freak”.

  7. Marcelo disse:

    Conta outra. Bastardos Inglorious é uma bosta porque o Hitler morreu, é como se alquém fizesse uma filme sobre A Paixão de Cristo e não resolvesse matar o Jesus no final, aí só por isso o filme iria ser uma bosta?
    E olha você não apenas citou o que não gostou, você disse que era uma bosta, você saiu falando mal mesmo.
    Palavras suas: Eu não analiso filmes filosoficamente, apenas acho que algumas coisas são legais, e outras são uma bosta. Para postar uma coisa você tem que analisar, e não jogar que uma coisa é legal e outra é bosta.
    Gostei da matéria dos clichés das frases, mas você meteu o pau no começo. Um abraço.

  8. Carol disse:

    Esse papo tava precisando de uma voz feminina…
    Seguinte, o lance aqui é cada um dar a sua opnião, não é possível que ninguém ache que esses filmes não tenham frases clichês, se vc não concorda com os que foram citados, dê sua opnião: “Claro que esses são apenas os exemplos que eu acho mais irritantes. Mas sugiram outros, ou vocês não passam de vermes covardes!”
    Vocês tão esticando o papo, mas sem conteúdo nenhum pra quem quer acompanhar as discussões…

    E, falando sério, eu odeio essas frases de filmes dublados que a gente JAMAIS usa no nosso dia-a-dia! E, não importa se a culpa é do dublador ou da distribuidora, é uma merda e pronto!

  9. Krash disse:

    Carol, Tarantino é assunto de homem! A gente tá indo ali tomar uma cerva no bar pra continuar a discussão, cuida aí do blog ok?

  10. Djones disse:

    tem um filme sobre a paixão de cristo onde ele n morre no fim…”Aultima Tentação de Cristo” com DeFoe…

    Acho q o cara só n curtiu a morte com metralhadora do Hitler…eu tmb n curti…devia ser pelo taco do Urso judeu…

    qt a dublagem…posso citar outro bilhares…principalmente palavras..como “tiras”…wtf? q diabos é tiras? de onde veio a ideia de chamar os cara de tiras?…

    imagine…vc tostando um beckie com seu broder na mocó…ai vê aquela luz da sirene e diz:

    “caras…os tiras estão chegando..”

    cara…acho muito bom o trabalho dos dubladores, principalmente pra desenho, mas pra filme fica foda…as vozes são bem diferentes, os palavrões são excluidos, expressões trashies são incluidas…é foda… um nova visão devia ser implementada na dublagem…

  11. Jota.! disse:

    É bem isso mesmo. Na verdade eu acho que ouvimos mais isso nas dublagens de filmes mais antigos, era comum o povo pegar tudo mastigado dos EUA, botar o sentido literal e boa.
    Odeio quando escuto ‘tiras’ haha O pior ainda é quando eles botam choro de criança… pra que diabos dublar o choro?

  12. Diego Altieres disse:

    saca essas:

    “Acho que temos companhia…”
    “…Quem diria…”
    “…se não é o famoso…”
    “O que você faz por essas bandas?”

    cara, tô fazendo um curso de atuação pra depois fazer um de dublagem, e entre meus colegas ja rolaram essas conversas…existem BASTANTE frases assim…
    mas quase todas elas são culpas dos distribuidores!

  13. Felipe disse:

    Mas que isso, o pessoal ainda tem coragem de discutir sobre um post desse?.

    Meu caro freak. Primeiro lugar, saiba como escrever um post, você deu sua opinião, falou que existem filmes que são uma bosta, falou a palavra “bosta”, usou girias, palavrões.

    Isso pra mim não é uma resenha critica, ta parecendo mais o seu diário, que você escreve o que ta sentindo no dia.

    Tirando a estética e mecânica do post, que simplesmente me fez sentir vergonha, o que vc quis passar realmente é verdade.
    Pela quantidade de filmes, é incrivel como eles ultilizam dos mesmo clichês, como aquelas paradas bruscas olhando pra tela e dizendo uma frase pronta.

    Acho que isso acontece muito em filme de suspense terror. Me diz, quando q depois de uma alma condenada vim te sugar pro inferno, você olharia pra coisa caida no chão depois de levar um tiro e dizer. “Agora sim você esta morta”

    Isso realmente mata.

    No fim é isso

  14. Lee disse:

    Tem uma versão dublada do Fim dos Dias com o Schwazenegger no SBT que eu adoro, ele traduz ao pé da letra as falas dos personagens e volta e meia sai um “filho da puta” ao invés do tradicional “merda”. E sai até um “foda-se”… maravilhoso.

  15. Alesson Ferreira disse:

    Carol,
    Falou e dissse.

  16. Carlos disse:

    Realmente..odeio filem dublado..sempre gostei de legendado pra poder ver os “bonus” e entender alguma coisa!

  17. Stone age disse:

    Entrando no assunto de dublagem. Sou fã de muitos dubladores brasileiros como: Elcio Sodré (Shiryu), Alexandre Moreno (Pinky, de Pinky e o Cérebro), Guilherme Briggs (Freakazoid), mas acho que a dublagem funciona muito melhor em animações.

    Acho muito legal quando escuto certas adaptações. O Chaves por exemplo ia à Acapulco, depois passou a ir para Guarujá.

    Sobre os clichês:
    “Isso é um barato!” (Você já escutou isso?).
    “Eu voltarei!” (vilões da década de 80).

  18. Pedro Bramont disse:

    Muito bom o post.

    Acrescento outros:

    “Seu maldito filha da mãe”
    “Ei caras, vejam que belezinha está passando por aqui”
    “Você se arrependerá de ter pisado aqui, Steve” ou a variação “Ele se arrependerá de ter nascido”.

  19. Juliana disse:

    Quero aproveitar a deixa e pedir um post a respeito da trilogia Millenium do jornalista sueco Stieg Larsson, que já tem o primeiro filme “Os homens que Não amavam as mulheres” prestes a entrar nas salas de cinema.Conta-se que é uma trama que chama a atenção pelos personagens e pela ausência de CLICHÊS.
    Parabéns pelo CDC.net e pela aportunidade de me render boas risadas pelas polêmicas que sempre surgem nestes posts. “Macacos me mordam, estou em sérios apuros!”#VidaReal
    Valeu!

  20. @shamygirl disse:

    nossa, vocês esqueceram de um CLÁSSICO “essa não!” é usado em desenhos, filmes, séries e tudo cara. Nunca vi um clichê tão chato e repetitivo. E o mais engraçado é que eu nunca vi ninguém falando isso normalmente. mas ótimo post!😀

  21. popoto disse:

    dane-se

  22. E.L.D disse:

    Infelizmente, eu sei q isso nunca vai mudar😦

  23. Diadorim disse:

    “essa não!” Concordo plenamente com as suas palavras Carol, se quiser discutir tete a tete da um toque ate pq os outros não passam de vermes covardes!

  24. Débora Massulo disse:

    macacos me mordam!(usahuash) o tarantino não poderia ter feito isso… maaaas,foi bom ver o hitler se fuder *-*

  25. Pyro disse:

    Cara eu axo que cada um tem sua opinião…
    Se um gosta pronto, se o outro não gosta pronto…
    Particulamente eu tenho muitas criticas em cenas clichês
    e axo que o cinema americano quase tudo clichê
    dublagem… só com desenhos animados… em filme não dá…

  26. Uck disse:

    Quanto a palavrões, acho que eles tiram pro filme chegar aqui com outra classificação, por exemplo pra passar numa Sessão da Tarde e não depois da meia noite. Mas acho uma falta de respeito ouvir os improvisos manjados pra tapar essas coisas. É como alterar o roteiro, você vê um outro filme e não aquele original.
    Tudo deveria ser legendado. Mas ainda há preconceito nesse meio na tv aberta.

  27. HalJordan disse:

    Tiras!!!! quem em sã consciencia chama policias de tiras????? Chama de Rapa, vermes, até mesmo poliça! mas tiras nunca vi ninguem falar na rua.

  28. JT Lago disse:

    Bom.. não concordei muito com o que você disse… acho que isso não é muito do diretor de dublagem, temos que levar em consideração que a maioria dos filmes, não é dublado exatamente como falamos, por causa da regionalidade e tudo o mais.
    Mas o blog tá show. Parabens

  29. Lorena disse:

    “macacos me mordam” é um clássico. hauhau
    Dublagem só presta para as animações mesmo.

  30. Hadouken disse:

    Esperava que essa postagem fosse uma crítica a filmes americanos, não crítica a dublagens brasileiras de filmes não-nacionais, seriados gringos, animes japoneses, etc.

    É a cultura norte-americana se agregando na cultura dos outros. Já é de se esperar.

  31. Gabriel disse:

    Cara, pelo título do post eu esperava algo interessante como sempre traduzirem “motherfucker” para “filho da mãe” e “fuck” para “droga”. Tipo, quem chama alguém de filho da mãe?
    Mas a sua crítica está totalmente errada. A culpa não é da dublagem. Quando Rambo diz “eu sou seu pior pesadelo”, ele realmente disse isso em inglês. Então reveja seus conceitos, e para de se achar nos comentários. Obrigado.

  32. Erika Leite disse:

    Achei muito bom esse post, independente de opiniões boas ou ruins sobre cenas x, y ou z, entretanto achei interessantíssimo comentar sobre esses clichês de dublagens, eu particularmente não gosto de filmes dublados, mas de uma forma geral não brigo com quem assiste, isso para mim é uma questão de gosto e de possibilidades, voltando ao foco de ter achado legal um post sobre clichês de dublegens interessantes é por ser algo que todo mundo nota, independente de achar legal ou não filme dublado, todo mundo sabe e percebe as boas e velhas frases montadas, como as citadas no texto e tantas outras que existem, como falado eu não iria desmerecer o trabalho dos dubladores ou algo assim, contudo é realmente algo a pensar essa coisa extremamente mecânica que as produtoras tornam traduções e diálogo dublados, enfim parabéns pelo site, o belo texto e a iniciativa, vou ler e comentar vários outros.

  33. Marcelo disse:

    Respondendo para o comentério de Djones, um pouco acima. Só para constar no filme A Última Tentação de Cristo ele morre no final, fica consumado a morte de Cristo, quando ele volta da tentação para a crucificação. É um dos melhores filme que já vi, a direção é nada menos que Martin Scorsese, muito polêmico, acho até que foi mais do O Código Da Vinci e A Paixão de Cristo de Mel Gibson juntos. O filme de Scorsese na época a censura era 18 anos, e havia umas pessoas religiosas na porta do cinema fazendo planfetagem contra o filme, estilo piquete de greve de banco. Falando em Paixão de Cristo, FELIZ PÁSCOA.

  34. juhcharles disse:

    Pior do q clichês…
    são frases sem noção no meio de uma cena entrosada do tipo q NÃO TEM ND A VER COM O ASSUNTO AI do nada APARECE umas idiotices como essas: “preenchimento vantajoso na sunga do time de natação” ¬¬° “para que serve filmes de zumbis?”
    afff!@# melissa rosemberg é terrível.

  35. Pingback: Top Posts — WordPress.com

  36. Cleber disse:

    Antes…parabéns pelo blog e o seu conteúdo! Acho que clichês são irritantes por natureza, porém existe alguns que me faz rir: Filme de romance(tá tudo aparentemente legal mas a merda que foi feita durante o filme todo vem à tona e um dos dois resolve ir trabalhar, viajar, mudar-se para um local extremamente longe, isso, claro, antes do reencontro final!; Bombas em filme de ação que são desativadas faltando 2 ou 3 segundos antes da detonação(UFA!); O sargento que passou o filme todo na cola do vilão e quando está por um tantinho assim de resolver o caso, acontece uma putaria do caralho, que envolve ele, claro! e tomam o distintivo e a arma do sujeito e, é então que o mal-afortunado resolve todo o caso, mesmo sendo contra tudo e contra todos; Alienígenas só pousam nos Estados Unidos (nunca ouviram falar de Quixadá, não?)Mocinha atira de olhos fechados e mata uns mil(pelo menos), mocinho só leva tiro de raspão(tem o corpo fechado); Psicopata só mata adolescentes, de preferência em um local afastado da civilização, mas não antes de nós podermos conferir “o material”; Os caras são árabes, chineses, vietcongs, Klingons mas mesmo estando a sós com os de rua raça ou nacionalidade, só falam o inglês americano… e por aí vai. Acredito que cinema não seja só apenas diversão, senão esses comentários acima nem existiriam, tem algo que nos marca, fascina, nos encanta, muito embora nos irrite tal como o sujeito que volta e meia aparece nos filmes fazendo o tão mal fadado gesto de “aspas” com as mãos…ahhhh esses malditos clichês!!!

  37. Martinha disse:

    Pior que todos os clichês, são os idiotas que levam seus 3 celulares e passam toda a sessão cutucando todas as teclas. Isso sim é irritante!

  38. Marcelo disse:

    Loucura de clichês, Indiana Jones 4 Reino da Caveira de Cristal, quando o ator Shia LaBeouf se perde na floresta e fica igual ao Tarzan pulando de galho em galho, aí ele encontra com uma porrada de macacos, eles vão atrás do “Tarzan” e quando chega lá na luta com o inimigos, onde está o Indiana Jones e companhia os macacos identificam quem são mocinhos e bandidos, e ataca os bandidos, é foda, nessa hora eu quase saia do cinema. A galera me segurou. E o que aconteceu quando demoram para fazer continuações de filmes, no caso cocreto o penúltimo Indiana Jones e a Última Cruzada de 1989, diferença de nove dezenove de espera e eles cagam o pau.

  39. Kirk disse:

    Faltou o clichê das pessoas que reclamam quando o texto não foi adaptado e a expressão ficou tosca e, ao mesmo tempo, reclamam quando a expressão é mexida para ter significado na nossa língua.

  40. gabriel disse:

    Esqueceram de uma das mais importantes frases do cinema!

    “Cretino! Você adora dar tiro… Eu odeio gente assim. Você é um imaturo. você é um… cocô. E eu vou matar você.”

    Stallone em Cobra (dublado)

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: