Resenha: Kick Ass

Mark Millar é um cara legal. E safado também. Safado no bom sentido. O escocês, roteirista de HQ, escreve suas obras de maneira cinematográfica. Reparem em como suas últimas obras, como Nemesis, por exemplo, ou mesmo o clássico The Ultimates, tem uma narrativa dinâmica, bem aproximada de um storyboard – até mesmo a disposição dos quadros, que quebram a hegemonia dos seis quadro por folha para 4 por página, como uma tela widescreen.

Kick Ass, o filme baseado na série homônima do autor, com direção de Matthew Vaughn. Segue pelo mesmo rumo. Se Millar criou sua obra já pensando na sua adaptação no cinema isso jamais saberemos, mas se for verdade, que ele faça isso mais vezes. Leia mais deste post

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Critica: Os Perdedores

Em 2006 o escritor britânico Andy Digggie e o artista escocês Jock começaram a série The Losers Vertigo da DC Comics. A ideia era ligeiramente baseada na série homônima de guerra criada por Robert Kanigher, em 1970. Mas em vez da Segunda Guerra Mundial, a série The Losers CIA traídos pela organização e empenhados em tirar seus nomes da lista negra do serviço secreto americano. Mas será que essa fórmula batida foi bem sucedida nessa série? Leia mais deste post

Resenha: Capitão América: A Escolha

O Capitão América é um personagem interessante. Steve Rogers, um rapaz franzinho, ilustrador comercial, que desejava ajudar os Estados Unidos na crescente campanha americana na Segunda Guerra Mundial, foi escolhido para servir de cobaia em um experimento que pretendia desenvolver super-soldados americanos. Devido a uma série de fatores, Steve Rogers foi o único que conseguiu se tornar um super-soldado e teve participação atuante no conflito. Congelado devido a um acidente que aparentemente custou a vida de seu companheiro de combate, Buck Barnes, quase no final da guerra, foi encontrado a deriva no oceano e  revivido a em plenos anos 60. Ele representa, acima de qualquer tentativa canhesta de enquadrá-lo como modelo do imperialismo americano – embora a sua contraparte na série Os Supremos esteja mais próxima dessa definição – o Capitão América representa a vontade de um povo. Ele é o símbolo daquilo que os Estados Unidos poderia ser. Ele acredita em ideais como liberdade, justiça e direitos humanos. Acredita piamente nisso. E é justamente por isso que ele é um personagem tão fascinante. Ele representa o contrasenso em pessoa. O maior inimigo do Capitão América são os Estados Unidos. Leia mais deste post

Quadrinhos: Jambocks

A atuação dos soldados brasileiros na Segunda Guerra Mundial foi muito além de Monte Castelo. O Brasil vivia a plena ditadura do governo Getúlio Vargas que usou a conhecida neutralidade e pacifismo brasileiro para conseguir importantes alianças, não importando se a ajuda vinha da Alemanha nazista ou dos Estados Unidos. Jambocks fala dos militares que serviram à aeronáutica brasileira, nos anos 40, o embrião da futura FAB. A obra do escritor Celso Menezes e do artista Felipe Massafera busca fazer um relato fiel dos acontecimentos. Mas quase cai na armadilha de fazer um julgamento apressado da História. Leia mais deste post

Resenha: Loveless, terra sem lei

Quando os italianos quiseram dar sua versão para uma instituição americana eles criaram um estilo que, até então, era uma exclusividade dos EUA. O Western era o gênero definitivo americano, como, em analogia, os filmes que exploravam a temática nordestina no Brasil – ou estética de pobre, sendo um pouco mais ácido. A visão italiana, diferente do  original, era mais suja, mais podre, mais cruel que o original. Sai John Wayne e entra Clint Eastwood. O mocinho tinha um caráter duvidoso agora. Era mal. Era sujo. Essa visão revolucionária influenciou milhares de cineastas americanos que seguiram mais ou menos essa estética – por que não dizer que até mesmo George Lucas trouxe um pouco disso para Star Wars, não é mesmo? Nos quadrinhos a estética italiana não passou despercebida. Em 2005, o selo Vertigo, da DC Comics, publicava a série Loveless, de Brian Azzarello e Marcelo Frusin. Balas e entrigas mais uma vez de volta às HQs.

A arte de Alex Ross

Vocês podem não ter ouvido falar desse rapaz, mas com certeza já se depararam com uma ilustração dele, seja na cerimônia do Oscar, numa imagem em um DVD, numa capa de um quadrinho ou uma capa de CD. Alex Ross é um gênio do quadrinho moderno, detentor da arte com pincel. Conheça um pouco mais sobre esse grande ilustrador. Leia mais deste post

Resenha: O planeta dos macacos, o livro

Já faz tempo que o filme O Planeta das Macacos assombrou o mundo com uma história de um astronauta que cai em um planeta onde a espécie dominante são macacos que agem como homens.  Foi um fenômeno. Vários filmes, série de tv, série animada, quadrinhos, os macacos dominaram a mídia nos anos 70. Em 2001, Tim Burton tentou uma releitura do clássico mas fracassou. O que pouca gente sabe é que a história do planeta dominado por macacos inteligentes veio de um livro. La Planète des Singes, do francês Pierre Boulle, o mesmo que escreveu o livro “A ponte do Rio Kwai, outro sucesso adaptado para o cinema. Mas o que muda do livro para o filme original, de 1968? Leia mais deste post

Trailer do filme Jonah Hex aponta para uma única coisa: VERGONHA

Saiu o trailer do filme que adapta as aventuras de Jonah Hex para os cinemas.

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